::Coligação Internacional pelo Fim do Cerco Ilegal a Gaza::
Declaração de Princípios e Objectivos
A Amnistia Internacional referiu-se ao bloqueio a Gaza como “forma de punição colectiva a toda a população de Gaza, uma flagrante violação por Israel das obrigações definidas na Quarta Convenção de Genebra”.
O Observatório dos Direitos Humanos descreveu o bloqueio a Gaza como uma “grave violação do Direito Internacional”.
Jimmy Carter, antigo presidente dos Estados Unidos, declarou que os habitantes de Gaza têm sido tratados como “animais” e apelou ao “fim do cerco de Gaza” que priva “um milhão e meio de pessoas dos meios necessários à vida”.
Sara Roy, da Universidade de Harvard, reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho sobre Gaza, afirmou que a consequência do cerco “é sem dúvida um sofrimento em massa, criado em larga medida por Israel, mas com a cumplicidade activa da comunidade internacional, especialmente dos Estados Unidos e da União Europeia.”
A lei é clara. A realidade choca a consciência da humanidade.
E, apesar disso, o cerco de Gaza continua.
O povo de Gaza exortou a comunidade internacional a agir para além da mera condenação.
É tempo para a acção!
Lê mais!
A Marcha da Longa Milha pela Liberdade
Como forma de assinalar o aniversário do assalto sangrento de 22 dias a Gaza por Israel, a Coligação pelo Fim do Cerco Ilegal a Gaza enviará a Gaza milhares de pessoas de todo o mundo.
A 1 de Janeiro de 2010, marcharemos ao longo da milha em redor do checkpoint de Erez com o povo de Gaza, numa manifestação não violenta que romperá o bloqueio ilegal.
A marcha é inspirada pelas décadas de resistência não violenta dos palestinianos, desde o levantamento popular de massas da primeira Intifada à dos habitantes da Margem Ocidental que continuam a resistir às tentativas de anexação por parte de Israel.
Ela inspira-se nos voluntários internacionais que têm vindo a acompanhar os agricultores palestinianos nas suas colheitas, nas tripulações dos barcos que desafiaram por mar o bloqueio a Gaza e nos condutores dos camiões que transportaram ajuda humanitária a Gaza.
Inspira-se ainda em Mahatma Gandhi, que designou o seu movimento de resistência não violenta satyagraha – a firmeza da verdade. Mantemo-nos firmes na verdade de que o cerco perpetrado por Israel a Gaza é ilegal e desumano.
Gandhi defendia que a não-violência, aimsha, exige mais coragem e é mais eficaz do que a violência. Queremos, através da nossa acção, demonstrar a razão do pensamento de Gandhi.
Nada tememos, não voltaremos atrás, não deixaremos Gaza morrer.
Gandhi disse que o propósito da acção não-violenta é “acelerar” a consciência da humanidade. Queremos fazer com que a humanidade não só condene a violência israelita como, acima de tudo, se mobilize para activamente acabar com ela.
Aqueles de nós que residem nos Estados Unidos inspiram-se, também, no Movimento dos Direitos Civis.
Se Israel desvaloriza as vidas palestinianas, é nosso dever – tal como foi dos brancos do Norte que foram até ao Sul durante o Verão da Liberdade de 1964 – interpor os nossos corpos para defender os palestinianos da brutalidade israelita e testemunhar a desumanidade com que são diariamente confrontados.
Se Israel desafia o Direito Internacional, é nosso dever – da mesma forma que foram enviados agentes federais para assegurar a aplicação da lei contra os xerifes racistas do Sul – enviar agentes não violentos de todo o mundo a Gaza para garantir o cumprimento das leis da Comunidade Internacional.
Não tomamos partido na política interna palestiniana. Colocamo-nos, tão só, ao lado do Direito Internacional e da dignidade humana.
Concebemos esta marcha como mais um elo da longa cadeia de resistência não violenta ao flagrante desrespeito de Israel pelo Direito Internacional.
O cerco é ilegal.
O muro é ilegal.
Os colonatos e demolições de casas são ilegais.
As barricadas e o recolher obrigatório são ilegais.
Os bloqueios de estradas e checkpoints são ilegais.
As detenções e a tortura são ilegais.
Se o direito internacional fosse cumprido, a ocupação seria na verdade insustentável.
O sucesso da marcha depende da nossa capacidade de despertar a consciência da humanidade.
Se nos juntarmos em massa ao povo de Gaza nesta marcha pela liberdade e se milhões de pessoas além de nós assistirem, por todo o mundo, à marcha pela internet e pela televisão, podemos pôr fim ao cerco sem que uma única gota de sangue seja derramada.
Se o mundo inteiro estiver a testemunhar, Israel não nos poderá deter.
Por favor, juntem-se a nós.
A Marcha pela Liberdade de Gaza é dedicada à memória do Dr. Haidar Abdel-Shafi e ao futuro das crianças da Palestina.
(28 de Junho de 2009)
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Marcha da Longa Milha pela Liberdade
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violação dos direitos humanos
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Palestina morrerá?
(...)
O Primeiro-Ministro isarelita Ehud Olmert tinha prevenido que o Estado hebreu iria reagir de “forma desproporcionada” em resposta aos tiros de rockets ao Sul de Israel, a partir de Gaza, apesar do cessar-fogo acordado há duas semanas."
Isto é um sem fim...
de atrocidades.
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domingo, 1 de fevereiro de 2009
Há PAZ no Médio Oriente!
PAZ = Ouro
Pus a palavra PAZ na Wikipedia para pesquisar sobre Octavio Paz, acontece que me surgiu a descrição de uma das grandes companhias de combustível Israelita. A companhia PAZ, que em hebreu significa "ouro", detém uma rede de estações de abastecimento de gasolina além de gás para habitação, com uma quota de mercado de cerca de 30%.
Outra curiosidade é que existe um trocadilho possível de fazer em inglês, é que PAZGaz é semelhante a "pass gaz" o que significa flatulência...
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
Quando os humanos se tornam em animais...
Desculpem o desabafo...
O Egipto decidiu avançar e o acordo de trégua foi apresentado, segundo consta, Israel prepara-se para assinar um novo acordo de trégua mas, e porque existe sempre um “mas” as tropas israelitas irão manter-se no território.
Estranho como um acordo “pacífico” permita que as forças militares permaneçam no território que praticamente destruíram. Mas fora estas puras e cruas hipocrisias políticas intituladas de “paz armada” (que apenas servem para alimentar o problema, façamos uma análise destes últimos dias): temos contabilizado cerca de 1.100 mortos, uma média de 65 por dia, mas além disso temos mais de 3.000 feridos…
Mas note-se que Israel nunca quis destruir o Hamas mas sim todo o povo… Israel fez questão de bombardear um armazém das Nações Unidas. Armazém esse que continha material médico. Mas que porra é esta afinal? O Hamas está escondido nos armazéns da ONU?
O que é que fizeram os governos ocidentais sobre isto? NADA!
Israel matou, feriu e destruiu um armazém de cuidados médicos, isto é desumano! Segundo os Médicos Sem Fronteiras mais de metade dos feridos vão morrer. É triste.
Israel declarou também que Gaza não vive uma real catástrofe humanitária. Será possível?
A União Europeia diz que a ofensiva se trata de uma “acção defensiva”. Será possível?
Em Gaza, famílias viram filhos assassinados. Em Gaza, famílias ficaram sem luz e sem água. Em Gaza há falta de comida, há fome pura e crua. Em Gaza foram mortos humanistas que colaboravam em acções humanitárias. Em Gaza acabaram-se os medicamentos. Em Gaza sente-se o medo, sente-se o crime, sente-se a Guerra.
Gaza, um alvo do terrorismo, do imperialismo, da barbárie imperialista.
Gaza: quantos sem casa? Sem família? Sem amigos? Sem comida? Sem água? Sem luz? Sem educação? Sem cuidados de saúde?
O meu enorme voto de vergonha por existirem governos como o de Israel.
O meu enorme voto de vergonha por haverem cúmplices de genocídios como a UE e os EUA.
O meu enorme voto de vergonha por pertencer ao mesmo Mundo que vocês.
O Egipto decidiu avançar e o acordo de trégua foi apresentado, segundo consta, Israel prepara-se para assinar um novo acordo de trégua mas, e porque existe sempre um “mas” as tropas israelitas irão manter-se no território.
Estranho como um acordo “pacífico” permita que as forças militares permaneçam no território que praticamente destruíram. Mas fora estas puras e cruas hipocrisias políticas intituladas de “paz armada” (que apenas servem para alimentar o problema, façamos uma análise destes últimos dias): temos contabilizado cerca de 1.100 mortos, uma média de 65 por dia, mas além disso temos mais de 3.000 feridos…
Mas note-se que Israel nunca quis destruir o Hamas mas sim todo o povo… Israel fez questão de bombardear um armazém das Nações Unidas. Armazém esse que continha material médico. Mas que porra é esta afinal? O Hamas está escondido nos armazéns da ONU?
O que é que fizeram os governos ocidentais sobre isto? NADA!
Israel matou, feriu e destruiu um armazém de cuidados médicos, isto é desumano! Segundo os Médicos Sem Fronteiras mais de metade dos feridos vão morrer. É triste.
Israel declarou também que Gaza não vive uma real catástrofe humanitária. Será possível?
A União Europeia diz que a ofensiva se trata de uma “acção defensiva”. Será possível?
Em Gaza, famílias viram filhos assassinados. Em Gaza, famílias ficaram sem luz e sem água. Em Gaza há falta de comida, há fome pura e crua. Em Gaza foram mortos humanistas que colaboravam em acções humanitárias. Em Gaza acabaram-se os medicamentos. Em Gaza sente-se o medo, sente-se o crime, sente-se a Guerra.
Gaza, um alvo do terrorismo, do imperialismo, da barbárie imperialista.
Gaza: quantos sem casa? Sem família? Sem amigos? Sem comida? Sem água? Sem luz? Sem educação? Sem cuidados de saúde?
O meu enorme voto de vergonha por existirem governos como o de Israel.
O meu enorme voto de vergonha por haverem cúmplices de genocídios como a UE e os EUA.
O meu enorme voto de vergonha por pertencer ao mesmo Mundo que vocês.
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Shalom?
Continua e continua o massacre. Digo massacre porque invasão já é há muito.
Este blog é muito jovem e nasceu marcado pela guerra lá fora. Só na Faixa de Gaza, por cada dia que passou desde que nos estreámos, morreram 65 pessoas.
65 pessoas assassinadas enquanto aqui, do cadeirão, no quente do quarto, nós vamos falando disso. Vamos falando... Mas as bombas continuam.
Israel acredita que a guerra lançada a 27 de Dezembro na Faixa de Gaza contra o Hamas está perto do fim, declarou hoje o porta-voz do primeiro-ministro Ehud Olmert. Esta noite, a aviação israelita lançou 40 raides aéreos sobre aquele território, onde já morreram mais de 1100 palestinianos.Quanto tem de sofrer um povo? É uma pergunta já muito repetida mas perfeitamente pertinente.
Este blog é muito jovem e nasceu marcado pela guerra lá fora. Só na Faixa de Gaza, por cada dia que passou desde que nos estreámos, morreram 65 pessoas.
65 pessoas assassinadas enquanto aqui, do cadeirão, no quente do quarto, nós vamos falando disso. Vamos falando... Mas as bombas continuam.
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Hei-de falar do Público...
... mas não é hoje. Mais tarde dedicarei uma página exclusiva para o jornal.Hoje revelo apenas que sou agarrado ao Público e que quando, como hoje, não o leio, chego à página e... E um gajo passa-se.
A única coisa boa é uma página de software livre para pesquisar despesas por ajuste directo nas autarquias. É delicioso encontrar o nome das empresas que a gente já desconfia que subsistem da Câmara ali escarrapachadas. Agora é só fazer algumas contas para imaginar o que acontece com a tal história dos 5 milhões.
Mas depois leio que o Ministro do Interior palestiniano foi morto em Gaza.
Mais!! A ONU e redacções internacionais foram também bombardeadas:
O exército israelita lançou hoje um pesado bombardeamento sobre Gaza, atingindo edifícios que albergavam a agência das Nações Unidas de ajuda aos refugiados palestinianos, a UNRWA, e vários media internacionais, incluindo as redacções da agência noticiosa Reuters, das televisões Fox e Sky, bem como das cadeias Al-Arabiya e MBC.Estou baralhado.
Então mas agora dispara-se mesmo mesmo para todo o lado? Até para quem pode dar as notícias de que se dispara para todo o lado?
Mas claro que Ehud explicou que os terroristas estavam lá dentro.
Agora é que estes terroristas palestinianos lhes vão dar... Ai vão vão...
Hamas oferece trégua de um ano se Israel se retirar dentro de uma semana
15.01.2009 - 18h59 Reuters
Estou ainda mais baralhado.
No outro lado do mundo, Chávez quer mais tempo no poder e imprime uma alteração que permitirá que o Presidente se possa candidatar a um terceiro mandato de seis anos nas eleições presidenciais de 2012.
Tudo está bem quando acaba bem... O mais importante, cá para mim, na capa do Público online é que Kaká custa, pelo menos, 111 milhões de euros.
Agora ninguém consegue estragar a minha noite com notícias de mortos e feridos e sei lá... Agora posso sonhar com Kaká.
E isso já ninguém me tira!
Upa upa, né?
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Terroristas? Quem?
O porta-vós israelita Mark Regev já admitiu que o Hamas não violou o cessar-fogo com o disparo de rockets. Tal pode ser constatado nestas notícias:
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João Mineiro,
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Cem palavras?
O blogue está pesado. Substituo os vídeos pelas ligações.
Gaza bombardeada.
Do you think do you think
Turn your left on your right
Turn your right on your left
Do you think do you think
Turn your left on your right
Turn your right on your left
Do you think do you think
Blood and fire
Blood and fire
Manu Chao- Blood and Fire.
Gaza bombardeada.
Do you think do you think
Turn your left on your right
Turn your right on your left
Do you think do you think
Turn your left on your right
Turn your right on your left
Do you think do you think
Blood and fire
Blood and fire
Manu Chao- Blood and Fire.
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Dia 15 (5ª-feira) - Solidariedade Palestina, Israel fora de Gaza! (sessão pública, no Fórum Lisboa)
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João Mineiro,
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afinal quem é que manda no Mundo, quem é?? ...ah pois é, ah pois é!!...
Ehud Olmert: Condoleezza Rice shame-faced by George W. Bush over UN Gaza vote
"She was left shamed. A resolution that she prepared and arranged, and in the end she did not vote in favour", Olmert said in a speech in the southern town of Ashkelon.
"I said 'get me President Bush on the phone'. They said he was in the middle of giving a speech in Philadelphia. I said I didn't care. 'I need to talk to him now'. He got off the podium and spoke to me."
"I told him the United States could not vote in favour. It cannot vote in favour of such a resolution. He immediately called the secretary of state and told her not to vote in favour."
adenda: quem prefira ler em português a transcrição destes diálogos entre W. Bush e Olmert, veja-se no «Público» on-line...
mais um'outra adenda: ainda mais ridícula (e até risível) foi a "tentativa de desmentido" da administração bushiana: «o porta-voz do Departamento de Estado, Sean McCormack, que acompanhou [Condoleezza] Rice na votação de quinta-feira, garantiu que o relato feito por [Ehud] Olmert “é cem por cento, totalmente e completamente falso”. Ainda assim, acrescentou, a diplomacia americana não pretende, pelo menos para já, pedir explicações ao Governo israelita.».
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
salão de festas
A Operação “Chumbo Endurecido” já fez até ao momento 917 mortos palestinianos e 4100 feridos.
Continua o massacre e continuará... Até começarmos a encarar estes números apenas como números e aí já nem os saberemos. As pessoas continuarão a morrer e não se falará sequer nisso.
Israel tem esta missão. Deus é que sabe, Deus é bom.
Eu não compreendo mesmo nada desta eterna luta entre o bem e o mal...
Continua o massacre e continuará... Até começarmos a encarar estes números apenas como números e aí já nem os saberemos. As pessoas continuarão a morrer e não se falará sequer nisso.
Israel tem esta missão. Deus é que sabe, Deus é bom.
Por cá, Oliveira e Costa vai até ao Parlamento. Vamos lá vê-lo? Pelas 14 horas bebemos um café no Rato e seguimos para lá.
Mas há mais! Aliás, há sempre mais!
Se já hoje falámos de Guantánamo, da tortura praticada pelos EUA e do clima de terror necessário ao capital, ainda hoje Bush insiste: os Estados Unidos podem vir a ser novamente atacados!
Mas há mais! Aliás, há sempre mais!
Eu não compreendo mesmo nada desta eterna luta entre o bem e o mal...
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Lutte contre l’apartheid et la guerre [dans les Territoires palestiniens]: des stars de Hollywood boycottent Zara
Des stars de Hollywood (dont Salma Hayek, Sharon Stone, Whitney Houston, Halle Berry, Drew Barrymore, Brooke Shields, Andie Macdowell et Lucy Liu) ont exigé le retrait immédiat de leurs photographies sur les sites internet de Lev Leviev (marques: Zara, Bershka, Pull and Bear, Massimo Dutti, Stradivarius, Oysho, Kiddy’s Class - Skhuaban, Zara Home, Uterqüe).
Déjà l’ONG britannique Oxfam depuis janvier 2008 et l’UNICEF depuis juin 2008 ont coupé tout lien avec le célèbre milliardaire (210e fortune du monde) et refusé tout don de sa part, compte tenu de l’origine criminelle de sa fortune et des projets illégaux qu’il finance..
Lev Leviev, principal concurrent de De Beers, a constitué un empire financier sur l’exploitation des diamants africains, notamment angolais, en entretenant des situations de guerre. (...) En violation des résolutions de l’ONU, il a utilisé sa fortune pour construire des colonies de peuplement sioniste en volant des terres dans les Territoires palestiniens.
Vous aussi, vous pouvez exiger le respect du droit international: boycottez les sociétés qui servent au financement de l’apartheid et de la guerre.
não sei se esta notícia da «Voltaire.net» vem na senda do "apelo" lançado no artigo de opinião da Naomi Klein; apenas sei que esta pode ser mais uma maneira de fazer alguma pressão sobre o sionista governo de Israel, tocando onde lhes mais dói: na sua judaica carteira...
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domingo, 11 de janeiro de 2009
Report from Rafah: Doctors stopped at the Border
But today, instead of helping the thousands of wounded, Nicolas and other doctors are holding up a hand lettered red and blue banner outside the Egyptian border station saying: «Let the Doctors Through!».
Why? Doctors of Peace and numerous other doctors from around the world have been prevented from entering Gaza for seven days. They cannot get in to help through Israel nor Egypt.
a notícia [integral] pode ser lida no "site" «CounterPunch»... esta decisão israelita parece-me que seja uma clara demonstração de quão bárbara pode ser uma guerra de ocupação/colonizadora, quando nem sequer se deixam entrar médic@s para socorrer @s inocentes civis ferid@s, acho que nem será necessário muito mais dizer sobre a execrável acção do exército sionista.
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"É mais difícil do que se pensa!"
O mundo que votou Obama, ainda que em pensamento, começa agora a arrepender-se. Ainda durante a campanha foi a questão do envio de tropas para o Afeganistão. Hoje, é a vez de mais duas notícias.
Primeiro, sobre a promessa de acabar com Guantánamo nos primeiros 100 dias de mandato, diz Obama: "Acredito que vai levar algum tempo, mas as nossas equipas de juristas vão trabalhar com responsáveis pela segurança nacional para sabermos exactamente o que temos de fazer". Afinal, acrescenta o presidente eleito, "é mais difícil do que se pensa"...
Depois, diz Obama que “vamos [os Estados Unidos] ter de adoptar uma nova abordagem face ao Irão, com a convicção de que o envolvimento é o ponto de partida certo”. Para o presidente americano, a questão iraniana é absolutamente prioritária. Secundária parece ser a violência israelita na Palestina, quando o número de mortos sobe para cerca de 900...
Primeiro, sobre a promessa de acabar com Guantánamo nos primeiros 100 dias de mandato, diz Obama: "Acredito que vai levar algum tempo, mas as nossas equipas de juristas vão trabalhar com responsáveis pela segurança nacional para sabermos exactamente o que temos de fazer". Afinal, acrescenta o presidente eleito, "é mais difícil do que se pensa"...
Depois, diz Obama que “vamos [os Estados Unidos] ter de adoptar uma nova abordagem face ao Irão, com a convicção de que o envolvimento é o ponto de partida certo”. Para o presidente americano, a questão iraniana é absolutamente prioritária. Secundária parece ser a violência israelita na Palestina, quando o número de mortos sobe para cerca de 900...
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(mais uma) opinião de José Goulão no «Diplô»: "A guerra contra Gaza já estava na agenda"
Para entender o que está a passar-se actualmente em Gaza é necessária muito mais informação do que a proporcionada pela chusma de comentadores instantâneos que invadem as rádios e televisões e pelos enviados ou residentes que, não conseguindo entrar na faixa invadida, se conformam em ser veículos bisonhos, acomodados e passivos da realidade fabricada no Estado-Maior israelita. Ao menos podiam dar conta de episódios das importantes manifestações internas israelitas contra a guerra, mas parece que isso poderia parecer uma perigosa dissonância. É natural concluir-se que, tal como a agressão militar tem vindo a ser preparada há mais de seis meses, também a correspondente acção de propaganda foi montada durante o mesmo período.
(...)
Shimon Peres, Benjamin Netanyahu, Ehud Barak, Ariel Sharon e Ehud Olmert, mais Bill Clinton e, sobretudo, George W. Bush foram inviabilizando paulatinamente as negociações israelo-palestinianas, assumissem as formas que assumissem, enquanto a Fatah (força dominante da OLP) e a Autoridade Palestiniana se foram enrodilhando na falta de alternativas estratégicas às negociações.
Essas foram assumidas pelo Hamas, que capitalizou gradualmente o descontentamento popular, mesmo de vastos sectores não religiosos ou religiosos não radicais, até se transformar na maior organização da Resistência e ganhar as eleições gerais palestinianas de 2006. O não reconhecimento do governo do Hamas pelos Estados Unidos, Israel e o mundo em geral – nem mesmo em aliança com a Fatah – poupou o movimento islâmico ao desgaste do exercício do poder e de ser forçado a actuar no terreno em vez de privilegiar a propaganda nas mesquitas e a mobilização paramilitar.
(...)
Outro ponto do Plano Dagan era o desaparecimento de cena de Yasser Arafat (um velho objectivo de Sharon desde a invasão do Líbano em 1980) e a sua substituição por uma direcção da Autoridade Palestiniana mais colaborante com Israel. Um objectivo como este mantém acesa a tese do assassínio do histórico dirigente palestiniano. A balcanização dos territórios palestinianos, o lançamento de vagas de terror contra as populações e o bloqueio de Gaza são outros aspectos do plano. [...] Lendo o Plano Dagan não é de descartar que em alguma fase deste processo Israel abra uma «válvula de escape» em Gaza para que haja uma fuga em massa – limpeza étnica é a expressão correcta –, eventualmente para a Jordânia, atendendo ao comportamento actual do Egipto. Neste contexto é natural que venham à memória as conhecidas palavras de Ariel Sharon: «Não é necessário criar outro Estado palestiniano. A Jordânia é a Palestina».
mais um bastante interessante artigo de opinião de José Goulão [integralmente] na edição portuguesa do "site" do «Monde Diplô»...
adenda: partindo então do tal plano Dagan, acho que se deve interligar as (não)prioridades-obamianas [de que o João Curvêlo aqui nos fala] com o facto do governo sionista estar a actuar militarmente desta forma na Faixa de Gaza aproveitando o términus da administração do W. (queimando etapas antes da entrada em funções de Obama na Casa Branca) [como nos é referido no texto de Phyllis Bennis]. apesar de todos os apesares, julgo que Obama será algo menos "amigo" das pretensões sionistas do estado de Israel do que actualmente é W. Bush (mesmo sabendo da presença de Biden como futuro VP)... espero que doravante ninguém me acuse de eu ser obamista, coisa que nunca fui (nem tive grandes esperanças ou ilusões com ele)! :P
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854 01/10
854 mortos palestinianos
PUBLICO.PT: 10.01.2009 - 19h45 PÚBLICO, Agências
Ao fim de três semanas de ofensiva na Faixa de Gaza os balanços tornam-se cada vez mais negros: 854 palestinianos mortos, entre os quais 270 crianças e 98 mulheres, e 3350 feridos. À medida que os números aumentam, proliferam também as manifestações na Europa e o envio de ajuda humanitária. Apesar disso, Israel já prometeu intensificar os ataques e o apelo de cessar-fogo – rejeitado bilateralmente – está cada vez mais longe de se concretizar.
É o extermínio de um povo.
Este mundo está mesmo louco.
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opinião de Sami Naïr no «El Pais»: "Gernika de los palestinos"
Los dirigentes israelíes están en guerra. Lo están desde hace tiempo, mucho tiempo. Con toda impunidad. Cuentan con la complicidad de todos: de los europeos, de los asiáticos, de los rusos, de los africanos y aun de ciertos países árabes, desde hace tanto tiempo arrodillados, envilecidos y revolcados en el fango del sometimiento al imperio americano, el cual lo permite todo, y ayuda incluso a escondidas a perpetrar el crimen. ¡Pobre pueblo palestino! ¿Cómo no enloquecer de rabia? Algunos de tus hijos se convierten en terroristas que se hacen saltar por los aires asesinando a civiles israelíes. Es un crimen que hay que condenar, como el lanzamiento de cohetes sobre la población civil israelí. No es la respuesta correcta a tu tragedia. Pero sabemos lo que decís en Palestina. ¿Qué pensarían los europeos si se instalaran en su casa, les confiscaran sus tierras, y levantaran horribles y enormes muros en sus propias ciudades para encerrarlos en ellas? ¿Qué dirían si vieran a colonos, alentados por el ejército, atacar a los civiles palestinos, arrancar los olivos, cortar el agua de los barrios que quieren invadir, humillar a la gente en los pasos fronterizos?interessante artigo de opinião de Sami Naïr [integralmente] no «El Pais»...
(...)
Ante estos bombardeos sólo nos queda nuestra indignación. Sólo tenemos nuestras lágrimas para las lágrimas de estas madres que gritan sobre los cuerpos despedazados de sus hijos. Ya sean palestinas o israelíes. Sólo tenemos nuestro dolor ante tanto dolor. Al empezar este año, nos encontramos ante la guerra del fuerte contra el débil. Y ya es medianoche en el siglo para los palestinos. Como lo fue ayer para los pacíficos habitantes de Gernika.
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sábado, 10 de janeiro de 2009
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