
Um dos melhores livros deste grande senhor da literatura Mundial... Uma analogia muito bem conseguida, um enredo fenomenal … E se a vida animal de repente desaparecesse da Terra, excepto num pequeno recanto do mundo e em doses mínimas?
Insubmissão. Revolta. Protesto.



Eles lá no topo da hierarquia político – religiosa estão todos calados, num um pio para condenar o massacra físico e psicológico que durou 60 anos em internatos católicos…
"Não é normal no sentido de que a Bíblia diz que quando Deus criou o ser humano, criou o homem e a mulher. É o texto literal da Bíblia, portanto esse é o princípio sempre professado pela igreja", defendeu.
Instado pela jornalista Fátima Campos Ferreira a pronunciar-se sobre os direitos civis subjacentes ao casamento entre homossexuais, D. José Saraiva Martins frisou que a questão não tem de ser colocada à Igreja.
"Quando se fala de direitos civis não tem de se interrogar a Igreja, tem de se interrogar o Estado. Quem elabora as leis do Estado não é a Igreja, seria uma intromissão, evidentemente", alegou.
No entanto, defendeu como situação "ideal" uma colaboração sincera entre a Igreja e o Estado "na formulação de certas leis", como a do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
"Nestes casos, neste sector em concreto, é absolutamente necessária uma colaboração sincera, autêntica e eficaz entre o Estado e a Igreja", em que ambos expressem o seu pensamento, disse D. José Saraiva Martins.
"E pode-se chegar a um acordo, cedendo um bocadinho dos dois lados. Não é opondo-se, é colaborando, é o diálogo", acrescentou. (Sic Noticias)
Não percebi. Explique lá outra vez. Mas devagarinho, por favor.
Então. Não basta dizer que eu não posso existir porque não se lembraram de me pôr na Bíblia (pergunto-me de que mais se terão esquecido). Ná, isso seria muito fácil. Em vez de negar a realidade, empenham-se em explicá-la. Portanto, afinal eu existo. Mas não sou normal, serei provavelmente doente, possuída, uma filha de Satanás. A isso até já nos habituámos, é a típica posição retrógada e opressora da Igreja.
Com ofensas bíblicas posso eu bem. Aquilo que me chateia mesmo é este tipo vir dizer que não é com a Igreja que temos de falar de direitos civis. Porque tem razão.
E é isto que eu não percebo: se ele admite que a Igreja não tem nada a ver com os Direitos Civis, porque raio é que tem de vir meter o bedelho na legalização do casamento CIVIL entre homossexuais??!
… porque estes tipos ainda não conseguiram incorporar com profundidade a noção de laicidade do Estado. Até aceitaram que lhes fossem retirados direitos, sobretudo relacionados com o controlo material da vida das pessoas (cobrança de impostos, por exemplo). Até aceitaram que, legalmente, o que era religioso passasse a ser civil. Mas nunca se permitiram abdicar dos sectores que são essenciais para a manutenção da ordem social.
Se a família (patriarcal e vertical) é o pilar da sociedade, o casamento é um dos seus elementos mais importantes. E quando dizemos que o casamento pode originar outro tipo de famílias, não patriarcais, não verticalmente estruturadas, não definidas, mas flexíveis e diversas, então ai-meu-deus que o mundo como nós o conhecemos está em declínio e vem aí o Reino do Mal. E pior! Querem criar filhos! A reprodução deste modelo societário está condenada.
Não. Aquilo que de facto me chateia é que a Igreja não só considera que é justificável pregar por uma colaboração com o Estado em matérias que são de natureza puramente civil (até porque se fossem Espirituais, o Estado não se metia nisso); não só acha que pode fazer do Estado um canal ou um instrumento para a manutenção da ordem social retrógada, conservadora e opressora que defende; como tem a lata de afirmar que espera um ACORDO com Estado, um compromisso em que haja CEDÊNCIAS de parte a parte, ou seja, um compromisso em que o Estado aceite derrogar um bocadinho da sua exclusividade de competências em matéria civil para as entregar ao “governo espiritual do povos”, só para assegurar que isto não descamba ainda mais.
over my dead body!
mas hey, ele também considera arriscado casar com um muçulmano. Para ver como às vezes nos enganamos… eu já a pensar que ele era homofóbico…! tss tss que PREconceituosa que eu sou.

Nem casamento nem Família pode resultar de uma relação Homossexual!
Quero através deste suporte, prolongar-me na escrita a José Policarpo, para mostrar-lhe como me afecta convulsamente as suas naives e ostracizantes declarações sobre a vida em sociedade, diria até, sem bico de mama que aguente tamanha ridicularia discursiva.
José Policarpo fala em “montes de sarilhos”: cardeal-patriarca alerta portuguesas para riscos de casamentos com muçulmanos Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam.Era bonito se o Sheik Munir dissesse algo parecido. Só espero que não perdoe e que se ponham os dois à batatada. Podia ser que o Dom fosse suspenso por mau comportamento.
"Os muçulmanos têm uma visão na sua religião de que o sítio onde se reúnem para rezar fica na posse deles, é o sítio onde Alá se encontrou com eles, portanto mais ninguém pode rezar naquele sítio”, disse José Policarpo. Lembrou um “problema sério” ocorrido na Catedral de Colónia, na Alemanha, cedida pelo Cardeal da cidade à comunidade muçulmana local para uma cerimónia no Ramadão. “Depois consideravam a Catedral posse deles, foi preciso a intervenção da polícia para resolver aquilo (...) Não sejamos ingénuos na maneira de trabalhar com eles”.Isto está bonito está. Vou já telefonar ao padreco lá do sítio a pedir que me empreste o espaço. Digo que não sou como estes monhés, sou um gajo de respeito. Faço a minha rave e venho logo embora. Com a benção do Dom, claro.