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terça-feira, 24 de novembro de 2009
há uma semana atrás o movimento estudantil pode ter ressurgido em Portugal, mas... lá fora... lá fora...
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
Barroso pouco unanime apesar do que se diz por ca
Em Portugal, a recandidatura de Barroso a presidente da Comissão Europeia tem sido apresentada como gozando de largo consenso europeu, de onde se excluiriam apenas as faixas extremas do espectro político.
Para dar uma leve ideia do espírito que se viveu hoje no hemiciclo de Strasbourg, aqui vos deixo uns curtos extractos de intervenções de presidentes de grupos políticos que não se situam nos sectores mais à esquerda e mais à direita da sala.
Martin Schulz, presidente do grupo socialista S&D, onde se integram os deputados do Partido Socialista:
Porque é que o apoio ao Sr. é tão polémico no Parlamento e tão unânime no Conselho? Porque esteve sempre ao serviço dos governos, é por isso que há tanto cepticismo relativamente a si. E porque tem uma maioria que inclui opositores ao Tratado de Lisboa.
Não é aceitável que na sua Comissão não se sossegue enquanto não for privatizado até ao último cemitério municipal na Europa...
Porque não apoia que, num determinado local, a trabalho igual terá de corresponder sempre um salário igual, contra aquilo que impuseram os acórdãos dos casos Viking, Laval e outros?
O apoio do meu grupo não o vai ter.
Guy Verhofstadt, presidente do grupo liberal ALDE:
As suas propostas têm pontos de partida errados. É necessária uma nova estratégia comunitária. Por isso, o nosso apoio será condicionado.
Daniel Cohn-Bendit, presidente dos Verdes:
Olhem para ele agora, José Manuel Obama, yes he can, ele pode tudo. Acabou o pequeno Barroso. Atenção Conselho, atenção governos: agora é ele que manda!
Não temos confiança em si. A sua ideologia esteve na base desta crise, não confiamos nela para sair da crise.
Votaremos contra porque achamos que a Europa precisa de mais e melhor do que você.
Roubado ao Renato Soeiro
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Durão chumba em matéria de Ambiente
"Não se pode dizer que tenha sido brilhante a prestação da Comissão Europeia nas mãos de Durão Barroso, de 2004 a 2009. Na verdade, foi “preocupante”. Numa escala com dez valores, Bruxelas só conseguiu uma média de 4,4, numa avaliação em doze sectores feita pela Green 10, plataforma de organizações ambientalistas como a WWF, Greenpeace e Amigos da Terra. O relatório foi apresentado hoje em Bruxelas."
Texto retirado daqui.
Lê mais!
"A melhor nota foi para o Clima (sete valores) e depois para a Energia e Transportes, ambos com seis valores. O cumprimento da legislação europeia e a saúde surgem com cinco valores. A seguir na lista estão, com quatro valores, a agricultura, biodiversidade, orçamento e política de coesão e comércio.
Bruxelas teve pior nota na estratégia de desenvolvimento sustentável (dois valores) e na transparência e recursos naturais (ambos com três valores).
A plataforma responsabiliza pela má nota o fracasso da reforma das políticas da agricultura e pescas e pela incapacidade de avançar com políticas economicamente sustentáveis.
“Ecossistemas saudáveis e a biodiversidade são essenciais para o desenvolvimento das nossas economias. Ainda assim, muita actividade económica continua hoje a poluir e destruir irreversivelmente o Ambiente e a saúde das pessoas”, notou a plataforma, no relatório apresentado hoje. “É urgente que a União Europeia garanta que as suas políticas económicas sejam sustentáveis”.
As organizações lembram que, quando assumiu funções, Durão Barroso “rejeitou explicitamente a ideia de que a UE deveria tentar, ao mesmo tempo, cumprir objectivos económicos e ambientais”, centrando-se no crescimento económico e nos empregos. “As preocupações ambientais e sociais deveriam vir em segundo lugar”. “Apesar do compromisso do comissário para o Ambiente Stavros Dimas, a Comissão perdeu oportunidades para trazer soluções ‘win-win’ para o Ambiente e Economia”, consideraram.
O relatório conclui que Bruxelas negligenciou a protecção da natureza, não conseguiu um financiamento adequado à Rede Natura 2000 e continua a apoiar os organismos geneticamente modificados (OGM).
Mas no final de 2006, a “maré começou a mudar” e Bruxelas passou legislação ambiciosa sobre clima e energia e Barroso “começou a falar em favor de políticas económicas com uma forte base ecológica”. Mas as outras áreas continuaram na obscuridade.
“A Comissão pode até ter algumas das respostas mas ainda está muito aquém no que se refere à sua responsabilidade para nos tirar do caminho da destruição ambiental, colocando-nos no caminho do desenvolvimento sustentável”, concluiu a plataforma.
Ainda assim, há notas positivas, mais concretamente na área do clima, energia e política de transportes.
A plataforma apela à próxima Comissão Europeia para “duplicar este resultado” e apresentar políticas “que beneficiem o ambiente, a saúde das pessoas e criem crescimento económico sustentável e postos de trabalho”."
Texto retirado daqui.
Lê mais!
"A melhor nota foi para o Clima (sete valores) e depois para a Energia e Transportes, ambos com seis valores. O cumprimento da legislação europeia e a saúde surgem com cinco valores. A seguir na lista estão, com quatro valores, a agricultura, biodiversidade, orçamento e política de coesão e comércio.
Bruxelas teve pior nota na estratégia de desenvolvimento sustentável (dois valores) e na transparência e recursos naturais (ambos com três valores).
A plataforma responsabiliza pela má nota o fracasso da reforma das políticas da agricultura e pescas e pela incapacidade de avançar com políticas economicamente sustentáveis.
“Ecossistemas saudáveis e a biodiversidade são essenciais para o desenvolvimento das nossas economias. Ainda assim, muita actividade económica continua hoje a poluir e destruir irreversivelmente o Ambiente e a saúde das pessoas”, notou a plataforma, no relatório apresentado hoje. “É urgente que a União Europeia garanta que as suas políticas económicas sejam sustentáveis”.
As organizações lembram que, quando assumiu funções, Durão Barroso “rejeitou explicitamente a ideia de que a UE deveria tentar, ao mesmo tempo, cumprir objectivos económicos e ambientais”, centrando-se no crescimento económico e nos empregos. “As preocupações ambientais e sociais deveriam vir em segundo lugar”. “Apesar do compromisso do comissário para o Ambiente Stavros Dimas, a Comissão perdeu oportunidades para trazer soluções ‘win-win’ para o Ambiente e Economia”, consideraram.
O relatório conclui que Bruxelas negligenciou a protecção da natureza, não conseguiu um financiamento adequado à Rede Natura 2000 e continua a apoiar os organismos geneticamente modificados (OGM).
Mas no final de 2006, a “maré começou a mudar” e Bruxelas passou legislação ambiciosa sobre clima e energia e Barroso “começou a falar em favor de políticas económicas com uma forte base ecológica”. Mas as outras áreas continuaram na obscuridade.
“A Comissão pode até ter algumas das respostas mas ainda está muito aquém no que se refere à sua responsabilidade para nos tirar do caminho da destruição ambiental, colocando-nos no caminho do desenvolvimento sustentável”, concluiu a plataforma.
Ainda assim, há notas positivas, mais concretamente na área do clima, energia e política de transportes.
A plataforma apela à próxima Comissão Europeia para “duplicar este resultado” e apresentar políticas “que beneficiem o ambiente, a saúde das pessoas e criem crescimento económico sustentável e postos de trabalho”."
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Inês Santos
domingo, 7 de junho de 2009
hoje é.
hoje é dia de votar. mesmo assim há muito quem não vote.
hoje é dia de mudar. mesmo assim há muita coisa que não muda.
é uma tristeza. mas na verdade, estamos prontos para começar a mudar e a experimentar coisas novas.
vai lá! ainda tens uma hora. Até às 19h, vota! Depois das 19h horas, prepara-te para muito trabalho (e luta) para desenhar um país, europa e mundo melhores.
hoje é dia de mudar. mesmo assim há muita coisa que não muda.
é uma tristeza. mas na verdade, estamos prontos para começar a mudar e a experimentar coisas novas.
vai lá! ainda tens uma hora. Até às 19h, vota! Depois das 19h horas, prepara-te para muito trabalho (e luta) para desenhar um país, europa e mundo melhores.
"editoriais manifestamente exagerados..." by JMF
parece-me que não será ainda nesta segunda-feira que Zé Manel Fernandes poderá dar à estampa o seu texto de editorial do «Público» que anda a guardar (já escrito) há dez aninhos na sua gaveta: a morte do Bloco...
primeiro, era "apenas um fenómeno político de curta duração e pequeno partido que junta(va) grupúsculos de extrema-esquerda"; depois, iria "certamente desaparecer a breve prazo"; mas, "se calhar", logo à noite dar-nos-emos conta que quase chega aos dois dígitos, hein Zé Manel??
ass: Né Twain Fraga
primeiro, era "apenas um fenómeno político de curta duração e pequeno partido que junta(va) grupúsculos de extrema-esquerda"; depois, iria "certamente desaparecer a breve prazo"; mas, "se calhar", logo à noite dar-nos-emos conta que quase chega aos dois dígitos, hein Zé Manel??
ass: Né Twain Fraga
segunda-feira, 1 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
FantasBloco: série de curtas para os tempos de antena das Europeias 2009...
..
o Tratado de Lisboa... o Tratado de Lisboa... a Precariedade... ... a Precariedade... ... e... o Serviço Nacional de Saúde...
o Tratado de Lisboa... o Tratado de Lisboa... a Precariedade... ... a Precariedade... ... e... o Serviço Nacional de Saúde...
segunda-feira, 30 de março de 2009
Guerra Quente?
Rússia quer refazer potência militar.
Sim, eu percebo a legitimidade da Rússia em querer fazê-lo e em parte até o porquê de o fazer, mas isso não implica que eu não tenha medo, especialmente se os E.U.A. continuarem com a ideia de colocarem bases militares no centro Europeu.
Já bem que dizia o meu professor de História das Relações Internacionais:
«A melhor maneira de antever uma guerra é através de uma crise económica já instaurada».
Sim, eu percebo a legitimidade da Rússia em querer fazê-lo e em parte até o porquê de o fazer, mas isso não implica que eu não tenha medo, especialmente se os E.U.A. continuarem com a ideia de colocarem bases militares no centro Europeu.
Já bem que dizia o meu professor de História das Relações Internacionais:
«A melhor maneira de antever uma guerra é através de uma crise económica já instaurada».
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Marlon
terça-feira, 24 de março de 2009
crianças escudos
Israel protagonizou (mais uma vez) uma atrocidade absolutamente desumana: usou um miúdo de 11 anos como escudo humano durante a guerra com o Hamas.
Mais uma vez os “grandes” do Mundo ficaram calados, mais uma vez um crime de guerra ficou impune e mais uma vez o a hipocrisia venceu. Triste, mas verdade!
Mais uma vez os “grandes” do Mundo ficaram calados, mais uma vez um crime de guerra ficou impune e mais uma vez o a hipocrisia venceu. Triste, mas verdade!
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EUA,
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João Mineiro
segunda-feira, 2 de março de 2009
eleições regionais bascas (em que nem todos os partidos puderam democraticamente concorrer)...
domingo, 1 de março de 2009
uma simples perguntinha de algibeira
alguém me sabe dizer qual foi o sentido de voto do [à época] deputado comunista Vital Moreira aquando da adesão/entrada de Portugal na CEE [actual União Europeia]??
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parece que Vital pode não ter sido a primeira escolha... nem a segunda, nem a terceira...
... pois bem, palpita-me que a Agenda-Páginas-Amarelas [dos bons acólitos defensores e assessores] de Jota Sócras tem índice alfabético... e se eu ainda bem sei o alfabeto, Vital é no finalzinho... assim, eu quase diria que Vital foi das últimas possíveis escolhas de Jota Sócras para cabeça-de-lista do PS nas (próximas) eleições Europeias, nem uma segunda ou terceira escolha terá sido...
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Né
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Subprime, subprime! You're on candid camera...
Taxa de desemprego da zona euro sobe para o nível mais elevado desde Setembro de 2006
[...]
Para quem pensava que o desemprego estaria controlado com os pacotes de estímulo económico que estão a ser implementados um pouco por toda a Europa estes dados agora divulgados vêm refutar essa ideia.
Na sequência do colapso do “subprime” (crédito de alto risco) de Setembro nos EUA e das crises financeira e económica em curso é de prever que o desemprego seja a próxima dor de cabeça para políticos em todo o mundo desenvolvido e em vidas de desenvolvimento.
Economia|Público
Pois é: o que está a ser feito por cá e pela Europa não chega e 'a coisa' não vai lá com choques tecnológicos, nem estradas, nem pontes, nem contratos verbais, nem pacotes capitais a bancos...
É preciso uma reforma no sentido construtivo do termo para as medidas económicas, sociais e de emprego, incluindo limitações e proibições de despedimentos em variados casos e pacotes de incentivo em áreas como a saúde, energia, pequeno comércio e empresariado, agricultura e florestas (esquecidas de há anos a esta parte) e repensar, em profundidade, a reforma da segurança social e da educação, e 'detalhes' que vão andando ao vento como o comércio internacional e a imigração.
E se houver mais Europa, em vez de referendos, que seja um mega-pacote integrado duma Política Comum de Emprego, Assistência Social e Saúde. Auch!
Recomenda-se com urgência, e agora que brilha o sol, aquela típica e mediterrânica limpeza de Primavera.
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Bloco Central de Interesses,
Europa
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
do que te envergonhas, Zé Manel??
a meio de pesquisas várias que eu andava a fazer na net, fui dar à Comissão Europeia [CE]. constatei que cada comissário [perdi-lhes a conta, mas são mais de 20...] tem um gabinete imenso (burocracia comunitária oblige)...
mas o que me levou a fazer esta posta nem foi o tremendo enjoo por me dar conta de toda essa gigantesca corja parasitária de chefes de gabinete, secretári@s, assessor@s, conselheir@s e quejand@s europeístas, mas antes uma (grande) surpresa (minha) ao ler o perfil do Presidente da Comissão, o Zé Manel: a sua carreira política começou em 1980, quando aderiu ao Partido Social Democrata (PSD).
afinal do que te envergonhas, camarada Zé Manel?? serás "o reflexo da crise do sistema de ensino burguês"?? será que tu mesmo tomaste alguma "medida essa que é inteiramente incorrecta, anti-operária e anti-popular que lança estudantes contra trabalhadores e trabalhadores contra estudantes"?? ó Zé Manel, ó Zé Manel... tem lá calma, é Carnaval e certamente ninguém na CE levará muito a mal o passado (escondido!!) de militância maoísta do camarada Zé Manel no [ainda maligno] MRPP...
um pequeno bónus... :PSD! :PSD!
mas o que me levou a fazer esta posta nem foi o tremendo enjoo por me dar conta de toda essa gigantesca corja parasitária de chefes de gabinete, secretári@s, assessor@s, conselheir@s e quejand@s europeístas, mas antes uma (grande) surpresa (minha) ao ler o perfil do Presidente da Comissão, o Zé Manel: a sua carreira política começou em 1980, quando aderiu ao Partido Social Democrata (PSD).
afinal do que te envergonhas, camarada Zé Manel?? serás "o reflexo da crise do sistema de ensino burguês"?? será que tu mesmo tomaste alguma "medida essa que é inteiramente incorrecta, anti-operária e anti-popular que lança estudantes contra trabalhadores e trabalhadores contra estudantes"?? ó Zé Manel, ó Zé Manel... tem lá calma, é Carnaval e certamente ninguém na CE levará muito a mal o passado (escondido!!) de militância maoísta do camarada Zé Manel no [ainda maligno] MRPP...
um pequeno bónus... :PSD! :PSD!
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
"se houver alguém que não queira: traz outro amigo também"
Vivem-se tempos conturbados, de agitação social e política: a causa da crise financeira, económica e social foi apresentada nua e crua aos povos do Mundo…
Os roubos, escândalos, as redes e as negociatas nas entrelinhas, os pactos entre reguladores e regulados e a hipocrisia de quem não se preocupa um mínimo que seja com a vida dos outros são a principal arma que a esquerda de hoje tem para combater e denunciar um sistema podre que à muito se mostra ineficaz para unir ética e moralmente pessoas, combater desigualdades, promover um desenvolvimento sustentável e promover a paz mundial.
Nunca o podre desse sistema esteve tão visível… e nunca tivemos uma conjuntura de mudança como agora.
Até os ex – defensores dos offshores vêm hoje levantar-se contra eles… não passam de meras intenções (para já), veremos no futuro.
Esta chacina capitalista e imperialista esta em decadência e nunca ouvimos tão boas recepções sociais a termos como “nacionalização” ou “socialismo”. Nunca tivemos uma conjuntura que torna-se tão actual propostas como o imposto sobre as grandes fortunas, o fim do sigilo nas movimentações monetárias, o fim dos offshores ou a nacionalização dos sectores estratégicos e essenciais às pessoas.
Mas perante o clima de contestação que se vive em toda a Europa onde se acenderá o rastilho?
Vemos grandes contestações mas quase todas isoladas sem um fio condutor:
Tivemos a Grécia com estudantes, precários, desempregados a sair às ruas;
Em França temos um movimento de esquerda unitária em greve com adesão da classe trabalhadora;
Temos em Irlanda, mais de cem mil em manifestação e a ameaçar greve;
São estes três grandes exemplos da nova luta que se trava. Uma luta unitária, de estudantes, trabalhadores, desempregados, precários – é esta a nova luta a que a esquerda não fecha nem pode fechar os olhos e é com ela que a nova esquerda cria a refundação de um projecto político capaz de mudar de paradigma social e político que nós vivemos e que nos remete a um futuro negro, cinzento e a fazer de realidades pobreza, as desigualdades, a precarização e a opressão das minorias, realidades que temos de aceitar impávidos, serenos e conformados.
“Calados nos querem, rebeldes nos terão!”
Fuck the capitalism System!
Os roubos, escândalos, as redes e as negociatas nas entrelinhas, os pactos entre reguladores e regulados e a hipocrisia de quem não se preocupa um mínimo que seja com a vida dos outros são a principal arma que a esquerda de hoje tem para combater e denunciar um sistema podre que à muito se mostra ineficaz para unir ética e moralmente pessoas, combater desigualdades, promover um desenvolvimento sustentável e promover a paz mundial.
Nunca o podre desse sistema esteve tão visível… e nunca tivemos uma conjuntura de mudança como agora.
Até os ex – defensores dos offshores vêm hoje levantar-se contra eles… não passam de meras intenções (para já), veremos no futuro.
Esta chacina capitalista e imperialista esta em decadência e nunca ouvimos tão boas recepções sociais a termos como “nacionalização” ou “socialismo”. Nunca tivemos uma conjuntura que torna-se tão actual propostas como o imposto sobre as grandes fortunas, o fim do sigilo nas movimentações monetárias, o fim dos offshores ou a nacionalização dos sectores estratégicos e essenciais às pessoas.
Mas perante o clima de contestação que se vive em toda a Europa onde se acenderá o rastilho?
Vemos grandes contestações mas quase todas isoladas sem um fio condutor:
Tivemos a Grécia com estudantes, precários, desempregados a sair às ruas;
Em França temos um movimento de esquerda unitária em greve com adesão da classe trabalhadora;
Temos em Irlanda, mais de cem mil em manifestação e a ameaçar greve;
São estes três grandes exemplos da nova luta que se trava. Uma luta unitária, de estudantes, trabalhadores, desempregados, precários – é esta a nova luta a que a esquerda não fecha nem pode fechar os olhos e é com ela que a nova esquerda cria a refundação de um projecto político capaz de mudar de paradigma social e político que nós vivemos e que nos remete a um futuro negro, cinzento e a fazer de realidades pobreza, as desigualdades, a precarização e a opressão das minorias, realidades que temos de aceitar impávidos, serenos e conformados.
“Calados nos querem, rebeldes nos terão!”
Fuck the capitalism System!
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Esquerda,
Europa,
João Mineiro,
Sociedade
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Perde-se no Benfica, ganha-se no Bloco...
... brincadeira(s) com Política e Futebol, faltam aqui as construtoras? Não!
Mas este triângulo foi um dos atacados num anterior relvado autárquico pela nº 2 da lista do BE às europeias, Marisa Matias. Poupemo-nos aos habituais despropósitos estéticos e aburguesados dos comentários - na expressão macho-paternalista - às meninas do bloco (ou em qualquer 'jogo' político, diga-se de passagem) e saibamos que a escolha pouco linear deste nome e do seguinte Rui Tavares - além de Alda Sousa, Timóteo Macedo e José Goulão - tem um significado estratégico, a partir de fora e não de dentro:
BE como 3ª força política nacional, a sua lista às europeias renovada de importância, a consistência da lista enquanto equipa de trabalho no Parlamento Europeu e a força dos temas de trabalho dos seus constituintes, habituais ou surpresa: ambiente, saúde, imigração, políticas públicas.
Pessoalmente é aqui que se devem ter os pontas e os defesas centrais, no doubts.
Parecendo a resposta fraca à dimensão intra-organizacinal, trata-se dum statement forte à dimensão supranacional.
Mas este triângulo foi um dos atacados num anterior relvado autárquico pela nº 2 da lista do BE às europeias, Marisa Matias. Poupemo-nos aos habituais despropósitos estéticos e aburguesados dos comentários - na expressão macho-paternalista - às meninas do bloco (ou em qualquer 'jogo' político, diga-se de passagem) e saibamos que a escolha pouco linear deste nome e do seguinte Rui Tavares - além de Alda Sousa, Timóteo Macedo e José Goulão - tem um significado estratégico, a partir de fora e não de dentro:
BE como 3ª força política nacional, a sua lista às europeias renovada de importância, a consistência da lista enquanto equipa de trabalho no Parlamento Europeu e a força dos temas de trabalho dos seus constituintes, habituais ou surpresa: ambiente, saúde, imigração, políticas públicas.
Pessoalmente é aqui que se devem ter os pontas e os defesas centrais, no doubts.
Parecendo a resposta fraca à dimensão intra-organizacinal, trata-se dum statement forte à dimensão supranacional.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
esquerda altermundialista reorganiza-se no Estado Espanhol...
Una nueva izquierda que se construye a sí misma, que es abierta y plural. Un nuevo símbolo de la izquierda anticapitalista que sólo pretende hacer una pregunta: y... ¿por qué no?
o próprio desenhador do novo logotipo faz uma pequena apresentação (escrita) do mesmo...
nos seguimos sintiendo representados por la estrella de 5 puntas, símbolo de la izquierda y del internacionalismo. También nos vestimos con los 3 colores que son nuestras banderas: el rojo, nuestra lucha revolucionaria por el socialismo, contra un sistema económico devastador; el violeta, que es el color de las luchas feministas, nuestra bandera contra el sistema patriarcal; y el verde, abrazando un ecologismo militante, la defensa de la supervivencia de nuestro planeta de un sistema que lo conduce a su propia autodestrucción.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
"Médicos e não espiões"
Há uns tempos atrás escrevi uma notícia sobre uma pessoa que odeio profundamente, Silvio Berlusconi. Um político sem o mínimo de consciência sobre direitos humanos que vê os imigrantes como seres inferiores e que “desrespeitam” a cultura ocidental em particular a Italiana. Já teve ideias tão absurdas como obrigar os ciganos a colocarem a sua etnia no BI para mais facilmente serem reconhecidos ou pior de tudo dividir os estudantes Italianos dos Estrangeiros… Como se isso não bastasse colocou militares na rua para “caçar” os imigrantes ilegais que nada mais querem que uma simples legalização.
Agora lembrou-se de outra: dar autorização aos médicos para denunciarem imigrantes ilegais com vista a expulsá-los do país. Já é altura de alguém tomar uma atitude… onde estão agora as políticas de integração da UE? E onde estão as sanções a quem as desrespeita?
Este senhor queria poder prender os imigrantes durante 18 meses até à expulsão. Outra das medidas era limitar a restrição ao direito de reagrupamento familiar, limitar aos imigrantes que já estivessem há mais de cinco anos em Itália e finalmente, a medida que previa a expulsão dos imigrantes que violassem os direitos de autor.
Mas felizmente o senado negou-se!
Pessoas como ele é que deviam estar presas!
É horrível, mas é verdade.
Agora lembrou-se de outra: dar autorização aos médicos para denunciarem imigrantes ilegais com vista a expulsá-los do país. Já é altura de alguém tomar uma atitude… onde estão agora as políticas de integração da UE? E onde estão as sanções a quem as desrespeita?
Este senhor queria poder prender os imigrantes durante 18 meses até à expulsão. Outra das medidas era limitar a restrição ao direito de reagrupamento familiar, limitar aos imigrantes que já estivessem há mais de cinco anos em Itália e finalmente, a medida que previa a expulsão dos imigrantes que violassem os direitos de autor.
Mas felizmente o senado negou-se!
Pessoas como ele é que deviam estar presas!
É horrível, mas é verdade.
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Extrema-direita,
João Mineiro
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Islândia com PM lésbica

Que a Islândia é uma terra com artistas fenomenais já todos nós sabemos. Trouxe-nos os Sigur Rós ou a Björk, considerada a artista mais excêntrica (nunca viram a Kate Bush no Whutering Heights, de certeza!).
.
Que a Islândia também é uma terra de imensas liberdades individuais também já é do conhecimento de tod@s. O que me apraz, realmente, é que a próxima Primeira-Ministra seja assumidamente lésbica. Se ser-se mulher na política já é bastante complicado, quando se é assumidamente não hetero a questão ainda piora! O melhor disto tudo é que Johanna Sigurdardottir, de 66 anos, não o esconde.
.
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Que a Islândia também é uma terra de imensas liberdades individuais também já é do conhecimento de tod@s. O que me apraz, realmente, é que a próxima Primeira-Ministra seja assumidamente lésbica. Se ser-se mulher na política já é bastante complicado, quando se é assumidamente não hetero a questão ainda piora! O melhor disto tudo é que Johanna Sigurdardottir, de 66 anos, não o esconde.
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.
Quase tenho vontade de usar a famosa frase da Solange F., mas um pouco modificada: "Sou lésbica e primeira-ministra. E então?" Serei o único a achar que soa bem melhor? Além de que isto dá imensa esperança a todos os não hetero assumidos do mundo (ou pelo menos os dos países onde não são apedrejados).
Não sejas cusc@ e nem vejas isto.
E o novo Presidente da AE da FCSH também é não hetero assumido e ninguém comenta, mas enfim.
Quase tenho vontade de usar a famosa frase da Solange F., mas um pouco modificada: "Sou lésbica e primeira-ministra. E então?" Serei o único a achar que soa bem melhor? Além de que isto dá imensa esperança a todos os não hetero assumidos do mundo (ou pelo menos os dos países onde não são apedrejados).
Não sejas cusc@ e nem vejas isto.
E o novo Presidente da AE da FCSH também é não hetero assumido e ninguém comenta, mas enfim.
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