terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Porque não?


A Marcha Global da Marijuana é uma iniciativa internacional que reivindica a legalização da marijuana. Realiza-se desde 1999 no primeiro sábado de Maio e desde então já contou com a participação de 485 cidades por todo o mundo. Em Portugal, a primeira MGM aconteceu em 2006 na cidade de Lisboa, tendo o Porto aderido em 2007 e Coimbra ano passado. Este ano estamos empenhados em aumentar as milhares de pessoas que têm participado na MGM e para isso contamos com o teu apoio. Aparece na nossa festa a ajuda-nos a divulgar o evento, convidando os teus amigos e amigas. A MGM Lisboa 2009 é para ti e depende da tua participação. Este ano excepcionalmente a MGM Lisboa decorrerá no segundo sábado de Maio.





MANIFESTO

Marcha Global da Marijuana – Portugal

O facto da Cannabis ser considerada uma substância ilegal tem consequências sociais e sanitárias bem maiores do que se fosse um produto legal, nomeadamente:

- A crescente probabilidade de adulteração dos produtos, muitas vezes com substâncias mais perigosas (especialmente quando fumadas) do que a Cannabis, com o perigo que isso implica para a saúde pública, dado o elevado número de consumidores.

- O fomento do tráfico, que alimenta uma economia paralela dinamizada por máfias, em que os grandes lucros ficam na mão de uns quantos, quando seria justo para os contribuintes e para o Estado poder beneficiar dos impostos que recairiam sobre essas actividades (muito lucrativas) se fossem regulamentadas.

- A limitação do uso terapêutico de uma substância que tem claros benefícios no tratamento de algumas doenças; e os impeditivos legais que a proibição supõe para o desenvolvimento de uma investigação rigorosa centrada nesta planta, devido à grande quantidade de licenças que são necessárias e ao perfil político e não-científico das entidades que podem autorizar tais investigações.

- A criminalização e penalização dos consumidores, só porque têm um determinado comportamento que não afecta outrem e que, mesmo a nível individual, não traz mais problemas potenciais que o consumo de álcool, tabaco ou outras substâncias legais (e com as quais o Estado lucra bastante, apesar dos riscos assumidos).

- A inexistência de prevenção e de educação para a utilização de Cannabis.

Em Portugal o consumo da Cannabis foi descriminalizado em 2001. No entanto, a perseguição policial aos consumidores mantém-se e o risco de se ser tomado por traficante é demasiado grande, uma vez que a quantidade pela qual se pode ser acusado de tráfico é mínima. A saber: a lei portuguesa prevê que qualquer pessoa possa ter em sua posse, sem consequências jurídicas, óleo, resina ou “folhas e sumidades floridas ou frutificadas da planta” de Cannabis que “não poderão exceder a quantidade necessária para o consumo médio individual durante o período de 10 dias” (Lei 30/2000 – “Descriminalização do Consumo de Drogas”).

De salientar que esta lei explicita que é “sem consequências jurídicas”, o que significa que aquele que tenha até àquela quantidade não será considerado um criminoso, mas poderá ser será penalizado com uma contra-ordenação (multa) e poderá ter de se submeter a tratamento psicológico se o juiz de turno assim o entender. E assim, oito anos depois da descriminalização, ainda há consumidores de Cannabis que são presos ou que são postos numa situação delicada face à justiça, vendo-se obrigados a provar que não são traficantes quando, muitas vezes, não há provas de que o são.

Além disso, não faz qualquer sentido estipular a quantidade permitida como a “necessária para o consumo médio individual durante o período de 10 dias”, limite muito pouco claro, tendo em conta que nem toda a gente consome a mesma quantidade e que a maior parte dos consumidores preferem comprar mais de cada vez para não ter de estar sempre a recorrer aos “dealers”, com os riscos que isso supõe não só em termos de segurança, mas pela possibilidade de ser induzido a comprar drogas verdadeiramente perniciosas.

E resta destacar que, sendo permitido o consumo, como esperam as autoridades que o consumidor se abasteça sem estimular o tráfico, tendo em conta que tanto a venda como o cultivo de marijuana são ilegais? A proibição de cultivar esta planta obriga os consumidores a alimentar actividades criminosas. Assim, entendemos que o direito ao consumo deve contemplar a possibilidade de cada um cultivar as suas próprias plantas, podendo, desta forma, garantir a qualidade do produto que consome, o que não acontece quando se vê obrigado a recorrer ao mercado clandestino.

Alterar a situação legal da Cannabis é corrigir um erro histórico que tem trazido mais consequências negativas para os consumidores e para a sociedade em geral do que o consumo. Décadas após, a desadequação da lei é cada vez mais evidente tendo em conta os benefícios múltiplos que esta planta tem.

A política do impossível

O presidente do Observatório Europeu da Droga e Toxicodependência (OEDT), Marcel Reimen, afirma que "é essencial compreender de que modo e por que razão os consumidores de Cannabis podem desenvolver problemas, a fim de planear as respostas e avaliar o impacto que a droga ilegal mais consumida na Europa poderá ter para a saúde". Perante isto, perguntamos: como é possível desenvolver respostas se não sabemos qual a composição dos produtos consumidos?!
No mercado português, a grande maioria do haxixe vendido tem diferentes e variáveis substâncias usadas para o cortar e fazer render mais. Para estudar a resposta ao impacto na saúde que tem essas substâncias têm, é necessário saber o que são e qual o seu impacto no organismo. Só a legalização pode garantir a qualidade do produto e assim desenvolver respostas em termos de saúde e só assim haverá a informação necessária para que exista um consumo consciente e responsável.

Todos os esforços feitos até agora para acabar com o tráfico e o consumo desta substância têm sido em vão e todo o dinheiro gasto tem sido um absoluto desperdício, visto que, de acordo com todos os relatórios oficiais da ONU e da União Europeia, cada vez há mais pessoas a lucrar com este negócio clandestino e cada vez há mais consumidores.
Em 2008 chega ao fim o prazo de 10 anos estipulado pelas Nações Unidas com a sua Estratégia para acabar com o tráfico de drogas no mundo (http://www.un.org/ga/20special/poldecla.htm). Segue-se um ano de reflexão em que se vai analisar qual o impacto do acordo assumido pelas Nações Unidas e se, realmente, os objectivos de reduzir significativamente a procura e oferta de drogas foram atingidos.

De acordo com todos os relatórios oficiais, esta estratégia e as sucessivas políticas de combate às drogas falharam rotundamente, apesar dos milhões gastos com este tipo de iniciativas.
Por isto, como cidadãos, exigimos: mudem de estratégia!

Somos mesmo muitos

Segundo o relatório de OEDT de 2007, quase um quarto da população entre os 16 e os 64 anos de idade – cerca de 70 milhões de pessoas –, consome ou já consumiu Cannabis em algum momento das suas vidas. É um facto: a Cannabis existe e os seus consumidores também, toda a gente o sabe. Como já ficou provado, não é proibindo que vai deixar de se consumir.

Um apelo a ti

Embora a Cannabis não seja inofensiva, os riscos do seu consumo são mínimos, principalmente quando comparada com outras substâncias largamente consumidas e aceites pela lei e pela sociedade. A proibição NÃO é do interesse público: põe em risco a saúde dos cidadãos, fomentando o mercado negro e a adulteração dos produtos e impedindo o Estado de arrecadar milhões de euros em impostos.
A experiência mostra-nos que o uso de Cannabis não é uma grave ameaça nem aos consumidores, nem à sociedade. Cabe por isso ao Estado o dever de provar o contrário se pretende continuar a limitar a liberdade individual e a penalizar os consumidores.
Apelamos a toda a sociedade civil que se junte ao nosso protesto pela legalização da Cannabis e o do seu cultivo para consumo pessoal ou para fins industriais ou com vista à investigação para fins medicinais.

Os nossos objectivos

- A legalização e regulamentação da Cannabis para todas as suas utilizações.
- A descriminalização total do consumo de Cannabis por adultos, regulamentando modos de obtenção como o cultivo para consumo próprio ou a compra em estabelecimentos ou outros organismos autorizados e regulados.
- Encorajar o estudo e a pesquisa, públicos ou privados, das muitas utilizações benéficas da planta Cannabis Sativa L. para o seu uso industrial, social, recreativo e medicinal.

As nossas propostas

- Remoção da Cannabis e de todos os produtos derivados da planta das listas de substâncias controladas, anexas à lei 15/93 e das respectivas adições a estas listas.
- Desburocratizar e dar prioridade ao cultivo e à indústria de Cannabispara a produção de energias renováveis (biomassa; biodiesel; etanol) e para a produção de fibra e pasta de papel, apostando numa produção sustentável com respeito pelo equilíbrio ambiental e pelas populações locais.

- Permitir que médicos e outros profissionais de saúde tenham a possibilidade de recomendar o uso de Cannabis no tratamento terapêutico, sintomatológico ou para a melhoria da qualidade de vida, nomeadamente, a doentes de SIDA, cancro, em tratamento de quimioterapia, esclerose múltipla, glaucoma ou doença de Chron, entre outros que com o seu uso possam ter melhorias de saúde e qualidade de vida.

- Despenalização da posse, consumo e cultivo de Cannabis e de todos os produtos derivados desta planta.
- Criação de regulamentação para o fornecimento, comércio e compra legal de Cannabis por adultos.
- Criação de regulamentação para estabelecimentos públicos onde o consumo de Cannabis por adultos seja permitido.

afinal o programa da Fatinha cumpriu (mesmo!!!) o seu fim (pré-determinado)...

às 0h47 (na ponta final do "Prós e a Favor [de José Sócrates no caso Freeport]"), José Miguel Júdice remata: «este programa cumpriu o seu fim, como todos aqui concluímos que nada há que enculpe José Sócrates»... i rest my case!!

doutrina Manela [de nacional(ista) combate ao desemprego] aplicada em terras da senhora Tatcher??

Trabalhadores britânicos contestam [num dia de greve] a contratação de trabalhadores [temporários] portugueses [e italianos]
vídeo da notícia na SiC: «put british workers first»... «british jobs for british workers»...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

«Those were the days»...

... uma pérola a reeditar, para dizer que voltei.
Quem se lembra?

a RTP 1 está neste momento a estrear um "novo" programa de debate(??)...


nas duas mesas (do palco) temos (dum lado) os defensores de Sócrates [o tal seu ex-secretário de Estado do Ambiente] e (do outro lado do palco) temos os vilipendiadores do nosso sistema judicial e da investigação criminal portuguesa [Júdice, Saldanha Sanches e um outro senhor que deve ter sido bem pago (pois defende bastante melhor Sócrates do que os seus assessores de comunicação)].

Sapatadas para quem merece!

Despois de Bush chegou a vez do Wen Jiabao...

"É um escândalo". E continuou: “Esse ditador aí, como podemos nós ficar a ouvir as mentiras que nos conta? Ninguém o contradiz!”, exclamou. “Levantem-se e protestem”, gritou ainda dirigindo-se à assistência, ao mesmo tempo que estava a ser expulso da sala."

ruído de vizinhança

Tenho que partilhar convosco uma grande frustração minha: a vizinha de baixo.
Não só por ela, mas pelos 500 a 2.500 euros de despesa que ela pode vir a representar.

E a propósito, a 2 passou uma curta de 10 minutos fantástica:




Exclusões

Sobre este vídeo, da RTP.

O Partido Socialista chumbou, com a disciplina de voto, o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O Partido Socialista diz que quer menor abandono escolar. O Partido Socialista chumbou, há poucas semanas, a Lei de Educação Sexual do Bloco de Esquerda.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Há PAZ no Médio Oriente!

PAZ = Ouro

Pus a palavra PAZ na Wikipedia para pesquisar sobre Octavio Paz, acontece que me surgiu a descrição de uma das grandes companhias de combustível Israelita. A companhia PAZ, que em hebreu significa "ouro", detém uma rede de estações de abastecimento de gasolina além de gás para habitação, com uma quota de mercado de cerca de 30%.

Outra curiosidade é que existe um trocadilho possível de fazer em inglês, é que PAZGaz é semelhante a "pass gaz" o que significa flatulência...

sábado, 31 de janeiro de 2009

A causa da nova pobreza segundo o Senhor Presidente...

Oh senhor presidente: não é a lei do divórcio que vai causar mais pobreza em Portugal. O que causa mais pobreza e mais desigualdades é um sistema económico, político mas sobretudo social que você e muitos como o senhor andaram a proteger, a enaltecer e a salvaguardar durante anos, décadas, séculos. Esse sistema que vocês quiserem que fosse livre – que auto regulava não era? – é e sempre foi o principal causador de pobreza e de desigualdade em todo o Mundo (desde o pós revolução industrial até aos dias de hoje).
Senhor presidente basta fazer um simples esquema:
O que é que causa mais pobreza? – O desemprego e as desigualdades sociais.
O que é que está a causar mais desemprego em Portugal? – A crise financeira e agora económica.
O que é que provocou a crise financeira? A desregularão do mercado, o livre arbítrio às instituições financeiras e o abuso e a irresponsabilidade dos detentores do poder económica e financeiro – é o próprio presidente dos EUA a admiti-lo.
Qual a principal causa das desigualdades sociais – que provocam pobreza e mais pobreza? – o capitalismo.

Ainda acha senhor presidente que é a lei do divórcio que vai causar pobreza?

É de emprego que o país precisa, é de justiça que o país precisa, é de pão que o país precisa... e não de discursos hipócritas usando os pobres como arma de arremesso para guerrilhas com o governo!

Pedro!! Pedro!! onde andas, Pedro? afinal porque não dizes nada, Pedro? Pedro!! Pedro!! ...

a manchete do «Expresso» [clicar na imagem para ver em maior tamanho] continua sem dar resposta à minha postagem de terça-feira...

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

sei que o meu aniversário é só em Julho mas alguém (em Lisboa) me compra este jornal amanhã??


Sigur Rós album 'We Play Endlessly' will be given away free with The Independent on Saturday on 31 January.
Offered in association with Q magazine, 'We Play Endlessly' features nine tracks taken from three of their critically acclaimed albums, including the hugely popular Hoppípolla and Sæglópur.

ó Sócras, isso é que aí vai umas frieiras nessas tuas mãozinhas!!!! uiuiui...

para ler a (nova) notícia/manchete do «Sol» deve-se clicar nas britânicas luvinhas e dizer [com o devido accent]: "thank you very much, sir!"...

Fripor stressado. Mas há-de resolver-se tudo.

A intervenção que parou o país (como aquela do cavaco aqui há uns tempos) que não começou às 17:45 mas lá para as 18:07 ou assim, não era, afinal, nada de especial.
São três minutos e meio.
Até o Público publica na íntegra, vejam lá!

Acho curiosa esta obsessão (criada pelo 1º ministro) pela legalidade. Foi tudo legau (em português do brasil).

Mesmo que seja legauu, se for um grande "crime" ambiental, isso basta-me para culpabilizar alguém [quem estiver metido nisto: a malta do guito (pelos vistos ingleses) e a malta que aprova (pelos vistos o ministro do ambiente da altura: guess who!)].

Por falar em culpas os ingleses são acusados de serem os acusadores. E são sempre tratados por "os ingleses". Aquela nuvem que é aquele país sem-€uro que ninguém sabe muito bem como funciona. Tal como mal sabemos quem faz as acusações e de que forma...


continua a ler sobre o FriPor!


"Aonde há fé há esperança" e foi descoberta uma linda iguana cor-de-rosa nas Galápagos. Isso são notícias de sorrir. Já chegámos até lá e já a descobrimos, a ver se não nos metemos mais nisso...

Também graças a estas notícias que fazem sorrir concluo que o portal da euronews é uma das melhores fontes de notícias. Pelo menos é dos melhores (top3) portais de suporte a outros canais noticiosos.

Voltando ao 1º ministro. Desde início pensei ser um bom tipo. Simpático. Afável. Talvez seja mas eu já me deixei dessas ideias. É um tipo que goza com a vida das pessoas. Sobre a propaganda e como encarar a crise há outras autoridades. Mas vejam como treme com o FriPor! A quantidade de vezes que já falou ou mandou falar...

José Sócrates tem lixado o país. Estamos a perder os empregos. Nós vamos estar à rasca para arranjar emprego. Com a ajuda, a benção de José Sócrates.

O que vale é que são só mais uns anos e há bichos belos a serem descobertos fora daqui.

o PS já não usa a expressão "cabala", assim Sócrates ontem obrigou-me a (re)aprender no Dicionário...

insídia
do Lat. insidia

s. f.,
emboscada; cilada; traição; estratagema.

isto não é nenhum anúncio publicitário turístico, mas... ontem nevou na "minha" ilha!!!!

nevar não devia ser (per se) facto a merecer postagem aqui. mas trata-se da minha ilha, perdida no meio do Atlântico e [ali na foto] aquele "ponto montanhoso" (sob um ligeiro manto branco) tem míseros 721 metros, ou seja, nem é grande altitude e há que contar com o (algo ameno) tempo [meteorológico] atlântico mas (mesmo assim)... ontem nevou na "minha" ilha!! ;)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Dicas Ambientalistas

No seguimento da minha última posta deixo aqui uma série de dicas ambientalistas.

Usem e abusem

– Mudar o Mundo é possível. A Mudança começa em nós. :)

Beijos e Abraços!


Em Casa:

1. Evite ter as luzes ou equipamentos ligados quando não for necessário.

2. Substitua as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras e obtenha a mesma luz por menos 80% de energia.

3. Aproveite toda a energia natural que puder. Evite perdas de calor e infiltrações, através do isolamento eficaz de portas, janelas, paredes, tecto e pavimento, reduzindo a utilização de sistemas de climatização.

Lê mais!

4. No Inverno, aproveite a radiação solar para aquecer a casa. No Verão, evite a entrada de raios solares directos.

5. Reduzir a intensidade do ar condicionado em um grau Celsius representa 10% de poupança energética.

6. Compre equipamentos que apresentem a melhor eficiência energética (classe A).

7. Não deixe os equipamentos em stand by: desligue-os no botão para não gastar energia desnecessariamente.

8. Evite abrir desnecessariamente a porta do frigorífico e seja o mais rápido possível: não consuma electricidade que não precisa.

9. Utilize as máquinas de lavar roupa e loiça sempre com a carga completa: poupe água, energia e tempo.

10. Utilize, sempre que possível, programas de baixa temperatura nas máquinas de lavar roupa e loiça.

11. Dê preferência a recipientes de cerâmica ou vidro quando cozinhar no forno, porque permitem baixar a temperatura necessária ao cozinhado em cerca de 25ºC.

12. Utilize o microondas para aquecer e cozinhar pequenas quantidades de comida. Quanto maior for a quantidade de comida aquecida mais energia será gasta.

13. Opte por computadores portáteis porque são energeticamente mais eficientes podendo reduzir o consumo de energia até 90%.

14. Utilize pilhas recarregáveis, têm um período de vida mais longo.

15. Não mantenha o carregador na tomada depois do aparelho estar carregado.


Na Empresa...

1. Substitua as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras.

2. Instale detectores de presença que activem a iluminação apenas quando existem pessoas no local.

3. Opte por computadores portáteis porque são energicamente mais eficientes podendo reduzir o consumo de energia até 90%.

4. Diminua a intensidade da iluminação do ecrã do portátil para que a bateria dure mais tempo.

5. Desligue as luzes e as máquinas (computador, impressora, fotocopiadora) antes de sair.

6. Não deixe os equipamentos em stand-by. Desligue-os no botão para não gastar energia desnecessariamente.

7. Faça as emendas aos seus textos directamente no ecrã do computador.

8. Utilize tinteiros reutilizáveis.

9. Recicle papel. Utilize um recipiente para separar o papel usado. Utilize papel reciclado.

10. Imprima só se não puder evitar, utilize sempre o verso das folhas impressas para novas impressões em modo de rascunho ou para apontamentos.

11. Premeie a eficiência dos equipamentos. Leia a etiqueta energética e procure o logo “energy star” nos aparelhos electrónicos que adquirir.

12. Recicle os equipamentos eléctricos e electrónicos.

13. Evite o uso do ar condicionado e outros sistemas de climatização. Isole eficazmente portas, janelas, paredes, tecto e pavimento.

14. Aproveite toda a energia solar que puder.

15. Diminua as viagens de trabalho. Tente substitui-las por teleconferências ou vídeo-conferências.


Na Cidade...

1. Prefira os transportes colectivos.

2. Não use o carro para trajectos curtos.

3. Opte por partilhar o automóvel, dê e peça boleia.

4. Opte por um carro híbrido, é mais amigo do ambiente.

5. Verifique a pressão dos seus pneus para evitar o aumento do consumo de combustível.

6. Não conduza de forma brusca nem a grande velocidade.

7. Evite lavar o carro com mangueira, gastará cerca de 600 litros de água, se utilizar um balde e esponja apenas gastará 60 litros.

8. Evite andar de avião. O avião é o transporte mais poluidor.

9. Recuse a publicidade distribuída na rua, se não lhe interessar.

10. Prefira produtos alimentares de produção local.

11. Procure comprar produtos de agricultura biológica.

12. Prefira produtos não empacotados. Dois terços dos resíduos urbanos da União Europeia são embalagens. Se não puder evitar as embalagens, opte por embalagens familiares e reutilize-as ou recicle-as.

13. Utilize os ecopontos.

14. Leve os seus próprios sacos ou reutilizar sacos de plástico quando vai às compras.

15. Antes de comprar pense: Preciso mesmo disto? Posso alugar? Posso comprar uma coisa mais douradora?


No Campo...

1. Instale painéis solares. Aproveite a energia solar.

2. Utilize os seus resíduos para fazer uma compostagem do lixo orgânico.

3. Não utilize pesticidas, opte pela agricultura biológica.

4. Faça uma utilização racional da água. Não regue nas horas de maior calor.

5. Equipe todas as mangueiras com uma torneira de fecho automático (estilo pistola ou bico de rodar).

6. Cultive plantas típicas da região, estão melhor adaptadas ao clima.

7. Preserve a agrobiodiversidade: diversifique as plantas e animais que produz e cria.

8. Aposte em projectos de sumidouro de carbono (fixar e transformar em oxigénio o CO2).

9. Cultive os alimentos de que necessita.

10. Plante uma árvore. Cada árvore absorve até 10 Kg de CO2 por ano.

11. Previna os incêndios florestais. As florestas armazenam CO2. Quando são queimadas ou cortadas, as florestas libertam para a atmosfera esse CO2.

12. Passeie a pé ou de bicicleta.

13. Não colha flores, não destrua ninhos, não corte ramos nem faça inscrições nas árvores.

14. Ajude as aves no Inverno, coloque um recipiente com sementes num lugar seguro. As aves, alimentando-se de insectos, ajudam a poupar em pesticidas.

15. Barcos e jet-skis produzem barulhos e poluem. Não mantenha o motor ligado necessariamente.

"o ar é um bem público"

De quem é o ar? De todos…

Prevalece irremediavelmente a destruição ambiental.

O ar, aquilo que nos mantem vivos, está envenenado – quem o diz é a Comissão Europeia que ameaçou Portugal de sanções caso os limites não sejam cumpridos. Os smog, os gases poluentes provenientes do excesso do uso automóvel, e as indústrias próximas nos centros urbanos são as principais causas da emissão de gases poluentes que afectam o nosso dia a dia e nos tornam mais vulneráveis ambientais.
A luta ambiental sempre foi desrespeitada, sempre foi entendida como um problema secundário… Isso é inaceitável. A luta por um Mundo ambientalmente sustentável tem de ser de todos nós.

Esperamos resultados senhor ministro…

o tempo pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem...


Como se eu não tivesse mais nada que fazer.


gato escondido...



Estou aqui à espera do Sócrates. Era às 17.45. São 18.05.
Um atraso destes... Mais do que os 15 minutos académicos?
Não se admite...
Só se for dentro! Vai dentro? Não vai dentro...

parecem ter sido manifestamente exagerados os meus anseios por mudança de paradigma político nas terras do gelo...

The two parties [Social Democratic Alliance and Left Green Party] disagree on a number of issues but the president [of Iceland, Mr Grimsson] said he believed a coalition [for a interim Government] could be formed swiftly, and would be backed by the Progressive Party.

Ms Gisladottir [the outgoing Foreign minister and Social Democrat Alliance leader] told reporters she hoped talks to form a minority coalition with the Left Green Party would be completed before the weekend.

como escrevi no meu anterior texto, (devido à situação de quase-bancarrota do país das terras do gelo) seria algo previsível haver uma certa chantagem política para a formação de coligações para a governação na Islândia, sendo que com as pressões populares e sociais que [nas últimas semanas] acontecem praticamente todos os dias com manifestações pelas ruas de Reiquiavique, seria então mais natural que se fizessem coligações governamentais à esquerda (para, assim, tentar acalmar os ânimos contestatários).

como se pode ler pela notícia da BBC [que (acima) transcrevi um extracto], prepara-se então para haver um Governo interino (minoritário) de coligação entre a Aliança Social Democrata e o Partido da Esquerda Verde [que apelidei de ser o "Bloco lá do sítio"], apenas para durar até às eleições antecipadas [agendadas (vagamente) para a Primavera].

a minha primeira estranheza: o Partido da Esquerda Verde, quem presentemente tem maior aceitação popular (a acreditar nas sondagens), vai então coligar-se [mesmo que ainda e apenas para um Governo interino até às eleições antecipadas] com a Aliança Social Democrata, um dos partidos (mesmo que apenas o minoritário) que formaram a cessante Coligação Governamental, a tal que levou a Islândia à presente situação de caos financeiro e catástrofe social.
como se nota no parágrafo final dum texto de análise e descrição do caminho trilhado até à quase-bancarrota financeira da Islândia [da autoria de Jon Danielsson, economista e investigador na London School of Economics] «up until events this week, the Government had not assumed responsibility for the crisis», sendo que a Aliança Social Democrata era uma das partes que formava a coligação que suportava esse mesmo Governo cessante...

a minha segunda estranheza: a Aliança Social Democrata [ASD] é uma criação de 1999, resultando da fusão das (então) 4 maiores organizações políticas da(s) Esquerda(s) da Islândia. nesse mesmo ano alguns dos seus membros (da recém formada ASD) cindiram, indo fundar então o Partido da Esquerda Verde e acusando os seus anteriores parceiros políticos de se inspirarem no blairismo [o New Labour britânico]. parece-me que tinham/tiveram razão, os acontecimentos nas terras do gelo claramente parecem prová-lo.

será que a Aliança Social Democrata aprendeu algo com os tremendos erros cometidos pelo Governo de que fez parte [em coligação com o Partido da Independência, (claramente) de Direita]?? ou estará então o Partido da Esquerda Verde a sucumbir face ao argumento da "salvação nacional"??
há-de haver quem diga que é só e apenas um Governo interino (até à realização das eleições antecipadas); mesmo assim, sendo essa coligação governamental feita com quem é [uma das partes do Governo cessante], esse "só e apenas" parece-me muuuuuuuito em termos de concessão política numa situação de catástrofe social como presentemente se assiste na Islândia.